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Este é o Portal de Minas Gerais cujo objetivo é mostrar vários aspectos da cultura, das tradições, da culinária, do artesanato, turismo, sua religiosidade e um pouco da vida de um povo amigo e hospitaleiro. Na sua galeria de fotos e filmes estarão presentes, várias e lindas cidades, turismo de passeio, turismo de aventura, eventos esportivos, enfim um pouco do nosso estado e que estará de braços abertos para recebê-lo.


VENHA E CONHEÇA ESTE MARAVILHOSO ESTADO E SUA GENTE



Minas Gerais é uma das 27 unidades federativas do Brasil, sendo a quarta maior em extensão territorial, com 586.528 km², equivalente à da França. Localiza-se no Sudeste e limita-se a sul e sudoeste com São Paulo, a oeste com o Mato Grosso do Sul e a noroeste com Goiás, incluindo uma pequena divisa com o Distrito Federal, a leste com o Espírito Santo, a sudeste com o Rio de Janeiro e a norte e nordeste com a Bahia. Sua capital é a cidade de Belo Horizonte, que reúne em sua região metropolitana cerca de cinco milhões de habitantes.O estado é o segundo mais populoso do Brasil, com pouco mais de 20 milhões de habitantes.


Vista Parcial de Belo Horizonte - BH para os mineiros


Minas Gerais - Terra das Montanhas e das Águas

Vídeo


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Minha terra mineira
(Argentino Vidal)

Eu nasci na terra do ouro
Das esmeraldas e diamantes
Do minério vermelho do ferro
De tantas minas contidas
De tantas Minas Gerais

Eu nasci de gente guerreira
De ideais inconfidentes
Sonhadores libertários
Da conquista do ventre da terra
Do nosso solo mineiro

Eu nasci da cultura barroca
De cidades de muitas histórias
Com seus artesões e poemas
Do Congado e Folia de Reis
E das Festas do Divino.

Eu nasci do fogão à lenha
Do tropeiro e da pururuca
Das fazendas de carros de bois
Do puro café e leite
Das goiabadas com queijo

Eu nasci nas terras de Minas
Das montanhas soberanas
Das cachoeiras cristalinas
De gente hospitaleira.
De gente cosmopolita
De sotaque bem roceiro
Com seus trens e muitos uais.

Bão demais da conta sô...


Galeria


__Hoteis e Pousadas em Minas Gerais__

Aqui você pode encontrar os melhores e mais aconchegantes hoteis e pousadas nos vários e lindos recantos de Minas Gerais.
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____________Corpus Christi______________

Corpus Christi
A celebração de Corpus Christi (Corpo de Cristo) surgiu na Idade Média e consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento. Quarenta dias depois do Domingo de Páscoa é a quinta-feira da Ascensão do Senhor. Dez dias depois temos o Domingo de Pentecostes. O domingo seguinte é o da Santíssima Trindade, e na quinta-feira é a celebração do Corpus Christi.
O Concílio de Trento declarou que, muito piedosa e religiosamente, foi introduzida na Igreja de Deus o costume, que todos os anos, em determinado dia festivo, seja celebrado este excelso e venerável sacramento com singular veneração e solenidade; e reverente e honorificamente seja levado em procissão pelas ruas e lugares públicos. Dessa forma, os cristãos expressam sua gratidão por tão inefável e verdadeiramente divino benefício, pelo qual se faz novamente presente a vitória e triunfo sobre a morte e ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Foi o Papa Urbano IV que recebeu o segredo das visões da freira agostiniana, Juliana de Mont Cornillon, que exigiam uma festa da Eucaristia no Ano Litúrgico.
Juliana nasceu em Liège em 1192 e participava da paróquia Saint Martin. Com 14 anos, em 1206, entrou para o convento das agostinianas em Mont Cornillon, na periferia de Liège. Com 17 anos, em 1209, começou a ter ‘visões’ (que retratavam um disco lunar dentro do qual havia uma parte escura. Isto foi interpretado como sendo uma ausência de uma festa eucarística no calendário litúrgico para agradecer o sacramento da Eucaristia). Com 38 anos, em 1230, confidenciou esse segredo ao Arcediago Diocesano de Liège na Bégica, que 31 anos depois, por três anos, seria o Papa Urbano IV (1261-1264), e tornaria mundial a Festa de Corpus Christi, pouco antes de morrer.

A celebração da festa de "CORPUS CHRISTI" no Vaticano
Em Roma começou-se, desde o século XV, com o Papa Nicolau XV (1447-1455) a celebrar a festa de "Corpus Christi", com a procissão de São João de Latrão até Santa Maria Maior. A atual Via Merulana, no entanto, só pôde ser percorrida a partir de 1575, quando foram terminadas as obras para construir o retilíneo, sob o pontificado de Gregório XIII.
Durante três séculos, manteve-se o costume de fazer a procissão eucarística guiada pelos Papas. Depois, a partir de 1870, ano da "tomada de Roma", o costume caiu em desuso, sendo retomado pelo Papa João Paulo II, em 1979.

História da festa de "CORPUS CHRISTI" no Brasil
A festa foi trazida para o Brasil pelos portugueses. No Brasil, numa carta de 9 de agosto de 1549, o Padre Manuel da Nóbrega, da Bahia, informava: “Outra procissão se fez dia de Corpus Christi, mui solene, em que jogou toda a artilharia, que estava na cerca, as ruas muito enramadas, houve danças e invenções à maneira de Portugal”. (Cartas do Brasil, 86, Rio de Janeiro, 1931).
As procissões portuguesas eram esplendorosas: tropas, fidalgos, cavaleiros, andores, danças e cantos. A imagem de São Jorge, padroeiro de Portugal, seguia a procissão montada em um cavalo, rodeada de oficiais de gala.
A Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais preparou um roteiro com destinos que permitem ao turista acompanhar a programação religiosa e visitar igrejas, museus e demais atrativos de cada destino. Ouro Preto, Sabará, Congonhas, Diamantina, Tiradentes,São João Del Rei e Mariana – famosas cidades históricas de Minas Gerais – são alguns exemplos onde a emoção das celebrações religiosas dão o tom especial no feriado de Corpus Christi.

Ouro Preto
Em Ouro Preto, as paróquias de Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora do Pilar, Santa Efigênia e Cristo Rei se unem na celebração com ruas forradas com formoso tapete de flores e serragem. A cidade atrai muitos turistas pela oportunidade de se conhecer melhor o período colonial brasileiro graças à arquitetura preservada da cidade, que é patrimônio histórico da humanidade.
A tradição de enfeitar as ruas surgiu em Ouro Preto

Mariana
Na vizinha Mariana, que foi a primeira capital do Estado (conhecida como “Cidade Matriz de Minas”), a procissão sai da Igreja Nossa Senhora de Assunção acompanhada de crianças vestidas de anjos, passando por ruas repletas de tapetes e sacadas ornamentadas com colchas e toalhas de renda.

Congonhas
Em Congonhas, não poderia ser diferente. A cidade dos 12 profetas do mestre Aleijadinho promove as comemorações com missa solene às 07h, dia 11, na Matriz de Nossa Senhora da Conceição, e depois os fieis partem em procissão até a Igreja do Bom Jesus de Matozinhos.

São João del-Rei
Com a participação crianças, de artistas locais e da comunidade, os Tapetes de Rua de São João del-Rei ganham interesse pela riqueza dos detalhes. Sempre São João del-Rei cultivou a arte dos Tapetes de Rua, mas um grupo de amigos e artistas plásticos, deu a este ofício uma forma mais apurada e artística. Durante a Semana Santa no Largo São Francisco, desde o ano 2.000, desenvolve-se a confecção e oficinas-viva de Tapete de Rua com crianças e entidades sócio-culturais de todos os bairros, para que esta tradição possa ser eternizada através de gerações.
Tiradentes
Tiradentes promove uma procissão partindo da Matriz de Santo Antônio

___A Festa do Divino em Minas Gerais___

O Rei e a Rainha do Divino

A História da Festa do Divino
A origem remonta às celebrações religiosas realizadas em Portugal a partir do século XIV, nas quais a terceira pessoa da Santíssima Trindade era festejada com banquetes coletivos designados de Bodo aos Pobres com distribuição de comida e esmolas.
Assunto muito abordado pelo professor Agostinho da Silva. Há referências históricas que indicam que foi inicialmente instituída, em 1321, pelo convento franciscano de Alenquer sob proteção da Rainha Isabel de Portugal e Aragão por ocasião da construção da igreja do Espírito Santo.
Essas celebrações aconteciam cinquenta dias após a Páscoa, comemorando o dia de Pentecostes, quando o Espírito Santo desceu do céu sobre os apóstolos de Cristo sob a forma de línguas como de fogo, segundo conta o Novo Testamento. Desde seus primórdios, os festejos do Divino, realizados na época das primeiras colheitas no calendário agrícola do hemisfério norte, são marcados pela esperança na chegada de uma nova era para o mundo dos homens, com igualdade, prosperidade e abundância para todos.
A devoção ao Divino encontrou um solo fértil para florescer nas colônias portuguesas, especialmente no arquipélago dos Açores. De lá, espalhou-se para outras áreas colonizadas por açorianos, como a Nova Inglaterra, nos Estados Unidos da América, e diversas partes do Brasil. Mas essa tradicional festa do folclore brasileiro é uma mistura de manifestações religiosas e profanas - isto é, sem caráter sagrado.

O Império do Divino
Originalmente, a Festa do Divino constituía-se do estabelecimento do Império do Divino, com palanques e coretos, onde se armava o assento do Imperador, uma criança ou adulto escolhido para presidir a festa, que gozava de poderes de rei. Tinha o direito, inclusive, de ordenar a libertação dos presos comuns, em certas localidades do Brasil e Portugal.

Para arrecadar os recursos de organização da festa, fazia-se antecipadamente a Folia do Divino: grupos de cantadores visitavam as casas dos fiéis para pedir donativos e todo tipo de auxílio. Levavam com eles a Bandeira do Divino, ilustrada pela Pomba que simboliza o Espírito Santo e recebida com grande devoção em toda a parte. Essas Folias percorriam grandes regiões, se estendendo por semanas ou meses inteiros.

Bandeira do Divino

Para se ter uma idéia do prestígio da Festa do Divino no século 19, o folclorista Câmara Cascudo lembra que o título de "imperador do Brasil" foi escolhido em 1822, pelo ministro José Bonifácio, porque o povo estava mais habituado com o título de imperador (do Divino) do que com o nome de rei.

Em Diamantina, Minas Gerais, os festejos incluem cortejo com participantes em trajes de época do império, alvorada, missa e espetáculo de fogos de artifício. Em São João Del Rei festa é celebrada no Santuário de Senhor Bom Jesus de Matosinhos


O Cortejo


Festa do Divino Em Diamantina







Cachaçaria



A História da Produção da Cachaça
A cachaça é uma bebida genuinamente nacional. Sua história remonta ao tempo da escravidão quando os escravos trabalhavam na produção do açúcar da cana de açúcar. O método já era conhecido e consistia em se moer a cana, ferver o caldo obtido e, em seguida deixá-lo esfriar em fôrmas, obtendo a rapadura, com a qual adoçavam as bebidas.
Ocorre que, por vezes, o caldo desandava e fermentava, dando origem a um produto que se denominava cagaça e era jogado fora, pois não prestava para adoçar. Alguns escravos tomavam esta beberagem e, com isso, trabalhavam mais entusiasmados.
A diferença entre a cachaça artesanal e a aguardente de cana também está no processo de produção. A cachaça artesanal é elaborada em alambiques de cobre, tem colheita manual e processo de fermentação artesanal ou caipira, que pode levar de 15 a 30 horas. A fermentação artesanal acontece de forma espontânea, a partir da cana-de-açúcar moída, e a fermentação caipira utiliza agentes catalisadores naturais, como o farelo de trigo, o arroz, a soja ou o milho.
Já a aguardente de cana é produzida nas grandes indústrias, em alambiques de aço inox, a colheita é feita com máquinas e o processo de fermentação é químico, de apenas seis horas.


1- A Cana
É a matéria prima para a fabricação da cachaça. São cinco as espécies mais utilizadas por várias razões incluindo-se aí o teor de açúcar e a facilidade de fermentação do caldo. Várias universidades e algumas instituições do estado têm investido constantemente na pesquisa da cana de açúcar, tendo obtido resultados positivos em mais de dez variedades, com períodos de maturação diferentes, que permitem estender o tempo da safra. A cana usada na produção do destilado artesanal é colhida manualmente e não é queimada, prática que precipita sua deterioração.


2- Moagem
Depois de cortada, a cana madura, fresca e limpa deve ser moída num prazo máximo de 36 horas. As moendas separam o caldo do bagaço, que será usado para aquecer as fornalhas do alambique. O caldo da cana é decantado e filtrado para, em seguida, ser preparado com a adição de nutrientes e levado às dornas de fermentação. Algumas moendas são movidas por motor elétrico, outras por rodas d'água, e têm a função de espremerem a cana, para dela extraírem o suco.


3- Fermentação
Como cada tipo de cana apresenta teor de açúcar variado, é preciso padronizar o caldo para depois adicionar substâncias nutritivas que mantenham a vida do fermento. Como a cachaça artesanal não permite o uso de aditivos químicos, a água potável, o fubá de milho e o farelo de arroz são os ingredientes que se associam ao caldo da cana para transformá-lo em vinho com graduação alcoólica, através da ação das leveduras (agentes fermentadores naturais que estão no ar). A sala de fermentação precisa ser arejada e manter a temperatura ambiente em 25°. As dornas onde a mistura fica por cerca de 24 horas, podem ser de madeira, aço inox, plástico ou cimento.


4- Destilação
O vinho de cana produzido pela levedura durante a fermentação é rico em componentes nocivos à saúde, como aldeídos, ácidos, bagaços e bactérias, mas possui baixa concentração alcoólica. Como a concentração fixada por lei é de 38 a 54 GL, é preciso destilar o vinho para elevar o teor de álcool. O processo é fazer ferver o vinho dentro de um alambique de cobre, produzindo vapores que são condensados por resfriamento e apresentam assim grande quantidade de álcool etílico. Os primeiros 10% de líquido que saem da bica do alambique (cabeça) e os últimos 10% (cauda) devem ser separados, eliminados ou reciclados, por causa das toxinas.



5- Envelhecimento
Constituindo-se no processo que aprimora a qualidade de sabor e aroma das bebidas, o envelhecimento é a etapa final da elaboração da cachaça artesanal. A estocagem é feita, preferencialmente, em barris de madeira, onde ainda acontecem reações químicas. Existem madeiras neutras, como o jequitibá e o amendoim, que não alteram a cor da cachaça. As que conferem ao destilado um tom amarelado e mudam seu aroma são o carvalho, a umburana, o cedro e o bálsamo entre outras. Cada uma dá um toque especial, deixando a cachaça mais ou menos suave, adocicada e/ou perfumada, dependendo do tempo de envelhecimento.



Para quem quiser montar um Alambique


Links Interessantes



RECEITAS COM CACHAÇA

Caipirinha

Ingredientes

1 limão Taiti
1 dose de cachaça
3 colheres de sopa de açúcar
Gelo picado a gosto
Modo de Preparar
Descasque o limão, corte em quatro partes, tire os caroços e o filete branco do meio do limão e coloque em um copo de boca larga, tipo on-the-rocks ou old-fashioned. Acrescente o açúcar e esprema com a ajuda de um pilão. Acrescente a cachaça e o gelo picado. Misture bem, coloque uma rodela de limão com casca na beirada do copo e sirva.
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Gelatina de Cachaça


Ingredientes
5 folhas de gelatina vermelha
1 folha de gelatina branca
1 xícara de água
2 xícaras de cachaça ( ou a gosto )
2 colheres de sopa de açúcar refinado ( ou a gosto )

Modo de Preparar
Em uma vasilha de vidro dissolva 5 folhas de gelatina vermelha e 1 de gelatina branca em uma xícara de água fervendo. Coloque a cachaça, o açucar e misture bem. Coloque em um tabuleiro de vidro e leve ao congelador. Depois de gelada, cortar a gelatina em quadrados (cubinhos) grossos, passar no açúcar refinado e servir.

Cidades de Minas - São João Del Rei

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São João Del Rei

Um Pouco de História
O Arraial Novo do Rio das Mortes, que deu origem à cidade, foi fundado entre 1704 e 1705. Porém, a região já era ocupada desde pelo menos 1701, quando Tomé Portes del-Rei se estabeleceu na região do Porto Real da Passagem (hoje nas proximidades dos bairros de Matosinhos em São João del-Rei e Porto Real em Santa Cruz de Minas).
Entre 1707 e 1709 o Arraial se tornou um dos palcos da Guerra dos Emboabas, um conflito armado que também alcançou vastas regiões de Minas Gerais: principalmente as do Rio das Velhas (Sabará), Rio das Mortes (São João del-Rei) e Vila Rica (Ouro Preto). Nas proximidades de São João del-Rei, durante a guerra, pode ter ocorrido um episódio obscuro conhecido como Capão da Traição.
Em 8 de dezembro de 1713 o arraial alcançou foros de Vila com o nome de São João del-Rei, clara homenagem a D. João V. Em 1714 passa a ser a sede da recém criada Comarca do Rio das Mortes.
São João Del Rei é uma das cidades históricas de Minas Gerais que teve muita importância na época do ciclo do ouro. O ouro, a pecuária e a agricultura permitiram o desenvolvimento e progresso da vila, elevada à categoria de Cidade a 8 de dezembro de 1838.

Turismo
Conhecida por suas tradicionais festas carnavalescas e religiosas, principalmente pela Semana Santa. As igrejas são parte obrigatória do programa turístico de qualquer pessoa que visite a cidade. Entre as 35 igrejas estão a de São Francisco de Assis, de Nossa Senhora do Carmo, Nossa Senhora do Rosário e Nossa Senhora das Mercês. Além disso, são muitos os monumentos históricos que completam o roteiro.
Um outro tipo de passeio é feito através da Locomotiva “Maria Fumaça”. São 12 Km até Tiradentes em um agradável trenzinho. Localizada no Sudeste de Minas Gerais a cidade fica a aproximadamente 200 Km de Belo Horizonte.

Video




Ônibus

BH / São João Del Rei
Viação Sandra
(0xx31) 3201-2927
Rio / São João Del Rei
Viação Paraibuna
0xx32) 3371-6437
SP / São João Del Rei
Viação Expresso Gardênia
(0xx31) 3495-1010
Brasília / São João Del Rei
Viação Sertaneja
0xx31) 3201-4755

Onde ficar

Cidades de Minas-Mariana

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A origem da cidade remonta a 1696 quando foi fundado o arraial do Ribeirão do Carmo. O povoado foi elevado a vila e concelho em 8 de abril de 1711 pelo então governador Antônio de Albuquerque que criou no arraial do Ribeirão do Carmo a vila de Nossa Senhora do Ribeirão do Carmo, confirmada por Carta Régia de 14 de abril de 1712 com o nome mudado para Vila Real de Nossa Senhora do Carmo, e nela se estabeleceu a capital da então Capitania de São Paulo e Minas de Ouro.

O governador, em cerimônia, escolheu o lugar da praça pública, no seu centro o pelourinho, símbolo da autonomia administrativa recém-adquirida. Nos dias seguintes, os «homens bons« se reuniram para a eleição da Câmara e a nomeação de diferentes oficiais municipais. No caso Ribeirão do Carmo, foi escolhido por ser o arraial que conhecia o mais forte crescimento econômico da época. A descrição da cerimônia estipulava que não somente os habitantes do lugar, mas todos que doravante dependeriam da jurisdição do novo distrito, se encarregariam segundo seus meios da construção da Igreja, da Câmara e da prisão. Foi assim a primeira vila criada e posteriormente seria a primeira cidade em Minas.


Catedral da Sé

Casa de Câmara e Cadeia

Em 1720 Minas foi desmembrada de São Paulo e a Vila Rica de Albuquerque determinada a nova capital da província. A Vila Real de Nossa Senhora do Carmo não perderia a importância e em 23 de abril 1745 tornou-se na primeira cidade de Minas Gerais, com a designação de Mariana, em homenagem à rainha D. Maria Ana de Áustria, esposa do rei D. João V.

Para elaborar um projeto urbanístico para a nova cidade foi contratado o brigadeiro José Fernandes Pinto de Alpoim. O experiente engenheiro militar tinha em seu currículo diversas obras executadas no Rio de Janeiro, capital da Colônia. Tomava forma a primeira cidade planejada de Minas, com ruas em linha reta e praças retangulares.

Ainda em 1745 o Papa Bento XIV fez de Mariana a sede do primeiro Bispado de Minas Gerais, desmembrado da diocese do Rio de Janeiro. Veio do Maranhão o bispo D.Frei Manoel da Cruz, tomando posse na Sé Catedral em 1748. Por este fato Mariana é considerada também berço da religiosidade mineira

Mariana faz parte da história do nascimento de Minas. Gerou e projetou talentos como Manuel da Costa Ataíde (pintor sacro), Cláudio Manuel da Costa (poeta e inconfidente), Frei Santa Rita Durão (autor do poema “Caramuru”), Padre Joaquim da Rocha (inconfidente) além de fornecer riquezas com o ouro das minas de Minas Gerais.
Mariana é hoje uma das mais importantes cidades do Circuito do Ouro. Guarda, junto com seus distritos, interessantes relíquias do tempo em que começou a ser desenhada a história das Minas Gerais.

Mariana-Documento em pdf


Badeira de Mariana

Vídeo sobre Mariana

Onde ficar

Ônibus
BH / Mariana
Viação Pássaro Verde
0300 789 4400 ou 3421-5191

Cidades de Minas-Ouro Preto

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OURO PRETO

Localizada a 95 quilômetros da capital Belo Horizonte a uma altitude de 1179 metros, Ouro Preto é uma das cidades de Minas Gerais foi tombada como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade em 02 de setembro de 1980.
A origem de Vila Rica está no arraial do Padre Faria, fundado pelo bandeirante Antônio Dias de Oliveira, pelo padre João de Faria Fialho e pelo coronel Tomás Lopes de Camargo e um irmão deste, por volta de 1698.
A vila foi fundada em 1711 pela junção desses vários arraiais, tornando-se sede de concelho, com a designação de Vila Rica. Em 1720 foi escolhida para capital da nova capitania de Minas Gerais. Em 1823, após a Independência do Brasil, Vila Rica recebeu o título de Imperial Cidade, conferido por D. Pedro I do Brasil, tornando-se oficialmente capital da então província das Minas Gerais e passando a ser designada como Imperial Cidade de Ouro Preto.
Em 1839 foi criada a Escola de Farmácia e em 1876 a Escola de Minas. Foi a capital da província e mais tarde do estado até 1897.
Possui uma área de 1.245,114 km² e sua população estimada e de 68 208 habitantes.



Cidades do Circuito do Ouro

Ouro Preto
Mariana
Itabirito
Congonhas
Sabará
Ouro Branco
Santa Bárbara
Santa Luzia
Caeté
Nova Lima
Nova Era
Catas Altas
Itabira
Rio Acima
Piranga
São Gonçalo do Rio Abaixo
Bom Jesus do Amparo
Raposos


Lugares que valem a pena visistar

Igreja de São Francisco de Assis

Construção iniciada em 1766, pela Ordem Terceira de São Francisco de Assis, a primeira ordem criada em Ouro Preto. Obra-prima de Aleijadinho, que assina o projeto e o risco da portada. Pinturas de Manuel da Costa Ataíde.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar

Erguida em torno da capela dos primeiros anos do século XVII, sob invocação de Nossa Senhora do Pilar. Inaugurada em 1733, apesar de não estar concluída. Planta atribuída ao arquiteto Pedro Gomes Chaves.

Igreja das Mercês e Perdões (Mercês de Baixo)

Construção concluída em 1772. Reconstruída em meados do séc. XIX. Risco da primitiva capela-mor de Aleijadinho

Igreja de Santa Ifigênia (Nossa Senhora dos Pretos do Alto da Cruz)

Construção datada de 1720 a 1785. Diz a lenda que foi erigida por Chico Rei e sua tribo com o ouro tirado da mina da Encardideira. Talha de Francisco Lisboa.

Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias

Construção iniciada em 1727 e concluída em 1746, onde existia a capela de Nossa Senhora da Conceição construída por Antônio Dias, em 1699. Projeto e construção de Manoel Francisco Lisboa, pai do Aleijadinho, ambos ali sepultados.

Igreja do Senhor Bom Jesus de Matozinhos (São Miguel e Almas)

De livro aberto e rubricado por Tomás Antônio Gonzaga em 1785, sabe-se que a capela era dedicada aos Santíssimos Corações de Jesus, Maria, José, Senhor dos Matosinhos e São Miguel e Almas. Portada do Aleijadinho e pinturas de Ataíde.

Igreja de Nossa Senhora do Rosário

A Igreja substituiu a antiga capela, datada de 1709, na qual, de 1731 a 1733. esteve guardado o Santíssimo Sacramento da Paróquia, quando na construção da Matriz de Nossa Senhora do Pilar. O traçado circular é ponto alto da arquitetura barroca mineira. Autoria da planta em ovais intersecantes desconhecida. Risco do frontispício e da empena atribuído a Manuel Francisco de Araújo.

Túmulo de Aleijadinho - A Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias possui oito altares laterais. O primeiro, à direita da entrada, é o da Nossa Senhora da Boa Morte, sob o qual foi enterrado o grande gênio do barroco mineiro Aleijadinho.

Parque Municipal da Cachoeira das Andorinhas
Parque Estadual do Itacolomi
Estação Ecológica do Tripuí
Museu da Inconfidência
Museu da Prata
Museu Aleijadinho
Museu do Oratório
Museu da Música de Mariana


Um gênio chamado Antonio Francisco Lisboa


Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, nasceu por volta de 1738 (não existe documento comprovando esta data). Filho do arquiteto português Manoel Francisco Lisboa e de uma negra, escrava de sua propriedade, chamada Isabel. De personalidade forte e perseverante, teve noções de música e latim, aprendeu a ler, escrever, estudou desenho e arquitetura com os mestres da época. Em 1812 ficou totalmente paralítico e morreu pobre em 1814. Seu corpo está enterrado no interior da Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição.
Antônio Francisco Lisboa herdou o apelido de Aleijadinho devido a uma doença misteriosa, popularmente conhecida na época como zamparina, que atacou seus membros, atrofiando-os. A mutilação não abalou suas forças; seus escravos prendiam os instrumentos em suas mãos.
A doença é implacável. Cada vez mais arredio, ele se esconde com a ajuda de seus leais escravos Maurício, Agostinho e Januário. Executa belas obras em Sabará e Congonhas do Campo, consagrando-se como o maior artista brasileiro do período colonial. Quando uma obra isolada do mestre escultor está diante de nossos olhos, ficamos com a impressão de que nela existe vida.Por volta de 1766 é contratado pela Ordem Franciscana de Assis para construir a Igreja de São Francisco de Assis, sua obra-prima, na qual consagra seu estilo rococó. Seu nome e sua fama correm entre os aristocratas.


Onde ficar


Cultura-Fogão de Lenha




Como construir um fogão a lenha

O fogão de lenha construído de alvenaria funciona com queimadores de ferro unidos numa única chapa, assentada numa cavidade própria onde é colocada a lenha, ao lado dos queimadores há um cubo formado por placas de ferro onde fica o forno. O calor que emana da lenha circula entre a parede de tijolos e as placas de ferro e tem apenas duas saídas: a dos queimadores, para cima e a do forno para o lado.
A Emater criou um projeto de fogão a lenha que não esfumaça a cozinha, economiza lenha e cozinha as refeições com mais rapidez. Foi um sucesso. Seguindo o esquema deste fogão aprimorado pela Emater não há perigo de errar.

Material necessário

· 500 tijolos
· 1 saco de cimento
· 15 latas de areia de 18 litros
· 5 latas de brita zero de 18 litros
· 15 latas de terra argilosa de 18 litros
· 1 forno de chapa de ferro (50x35x35cm)
· 10 kg de ferro 3/16 ( para concreto)
· 1 chapa de ferro fundido com 3 furos, reduções e tampa para os queimadores.
· 0,5 cm de chapa de ferro 16 dobrada em 10x10 cm tipo metalon ou cano de 4 polegadas.
· 0,30 cm de cano galvanizado 3/8
· 25 m de arame farpado.

As Lajes e a preparação do terreno
· Devem ser feito quatro lajes de concreto, feitas com 8 dias de antecedência com 4 cm de espessura
· As lajes A e B são feitas com ferros para concreto, as C e D com arame farpado
· A abertura na laje D deverá ser do mesmo tamanho da chapa de ferro dos queimadores e deve ser chanfrada com 2,5 cm de largura nas bordas para que a chapa encaixe e não fique ressaltada, deve ter também uma folga de 0,5 cm em volta da chapa para dilatação.
· Nivele o local da construção, pregue nos cantos pedaços de ripa para que o esquadro não fuja e prepare o local da construção.

Medidas
Laje A= 87,5 x 63,0 cm
Laje B= 87,5 x 63,0 cm com abertura de 34,0 x 18,0 cm, centrada e afastada de 34,0 cm do lado maior.
Laje C= 69,0 x 63,0 cm
Laje D= 120,0 x 69,0 cm com abertura do tamanho da chapa e centrada com afastamento de 20,5 cm do lado frontal.

Preparo do Concreto
A proporção da mistura de deve ser de 2,5 de areia, 1 de brita fina (zero), e 1 de cimento. Misture bem com água moderada, o suficiente para amolecer a massa. Coloque nas formas com os ferros ou o arame farpado espalhados em forma de rede espaçados em 10 cm e suspensos do fundo por 2 cm. Espalhe homogeneamente com uma colher de pedreiro depois nivele com uma régua de alumínio. Para que ela fique mais lisa, polvilhe a parte superior com cimento e alise com uma desempenadeira de fero. Deixe secar por 8 dias, não deixando de molhá-las diariamente.

Preparo da Argamassa para o assentamento
A proporção da mistura de deve ser 1 de areia, 1 de terra argilosa e 1 de cimento. Misture bem até que a massa esteja bastante homogenia.
Assentamento dos tijolos
Assente uma fileira de tijolos formando um retângulo de 1,75m por 63,0 cm em esquadro. Faça um piso de concreto deixando-o bem liso. Depois assente até a sétima fileira conforme mostrado na figura 2. No respaldo da sétima fiada assente as lajes A e B. Deixe a parte mais larga da abertura da laje B no sentido longitudinal para frente do fogão.



Sobre a laje assente uma camada de tijolos e sobre a abertura da laje assente de espelho deixando um intervalo de 1,5 cm um do outro para formar uma grelha onde cairão as cinzas da queima na fornalha. Deixe a grelha e os outros tijolos no mesmo nível, cortando os tijolos da gralha se for necessário. Assente mais uma camada do tamanho do forno.






Fornalha
Assente 5 fiadas de tijolos em volta do fogão deixando o vão para a entrada do forno. Na direção da grelha perpendicular a lateral assente 5 fiadas ficando no centro sem dois tijolos. Para formar a fornalha deixe a parte interna com 33 cm de largura, assentando lateralmente tijolos em espelho afunilando no mesmo ângulo da chapa dos queimadores até o final da grelha. Faça acabamento de argamassa na parte interna da fornalha. Se quiser colocar uma serpentina para aquecimento de água, fixe nas laterais da fornalha. Assente com argamassa a laje D.


Forno
Para o forno assente mais 4 fiadas de tijolos, inclusive sobre o final da laje D. Fixe as cantoneiras nas laterais até o fundo a 7 cm do piso do forno e a 2,5 cm da lateral. O forno de metal será colocado como se fosse uma gaveta sobre as cantoneiras. Assente agora a laje C sobre o local do forno, verificando antes se o forno de metal cabe no vão, ficando 7 cm folgado no piso e 5 cm folgado até a laje. Feche a abertura do forno que estiver excedendo o painel do forno de metal.

Chaminé
Na parte de trás do fogão junto ao forno assente tijolos em espelho ficando a parte interna em 15 x 15 cm. Encha de terra ou areia até 10 cm abaixo do nível da fornalha. Cimente neste nível deixando uma saída com cano galvanizado para possível entrada de água da chuva. Una com um cano de 4 polegadas ou a chapa dobrada no formato 10 x 10 cm a parte traseira do forno com a chaminé. Suba a chaminé até um ponto mais alto que o telhado da casa. Coloque um chapéu de telha ou chapa de ferro galvanizado sobre a chaminé para evitar água da chuva, deixando aberturas de 10 cm nas laterais para a saída da fumaça. A chaminé pode ficar externamente a casa.



Fluxo do ar no fogão

Preparo da Argamassa para o Reboque
A proporção da mistura de deve ser 2 de areia, 2 de terra argilosa e 1 de cimento. Misture bem até que a massa esteja bastante homogenia.
Reboque toda a parte externa do fogão com argamassa de areia, argila e cimento. Dê acabamento final na cor que preferir. Pode ser colocada também uma tampa articulável na entrada da fornalha e do depósito de cinzas. Boa sorte.



Coletanea de fotos

feliz

Cidades de Minas-Belo Horizonte

BH fez 112 anos

Que ela continue assim tão maravilhosa.
Que continue assim tão nossa
Que continue tão interiorana
Que continue assim tão cosmopolita

Belo Horizonte é capital do estado de Minas Gerais.
Cercada pela Serra do Curral, que lhe serve de moldura natural e referência histórica, foi planejada e construída para ser a capital política e administrativa do estado mineiro, sua população é de 2.452.617 habitantes, sendo a sexta cidade mais populosa do país.


Belo Horizonte já foi indicada pelo Population Crisis Commitee, da ONU, como a metrópole com melhor qualidade de vida na América Latina e a 45ª entre as 100 melhores cidades do mundo.
A cidade tem o quarto maior PIB entre os municípios brasileiros, representando 1,38% do total das riquezas produzidas no país. Uma evidência do desenvolvimento da cidade nos últimos tempos é o ranking da revista América Economía, no qual Belo Horizonte aparece como uma das 10 melhores cidades para fazer negócios da América Latina em 2009, segunda do Brasil e à frente de cidades como Rio de Janeiro, Brasília e Curitiba.


A noite em Belo Horizonte é bastante agitada. Além da infinidade de bares, há opções de boates e bons espetáculos estão sempre em cartaz. O burburinho espalha-se por diversas partes da capital - o Centro abriga a antiga zona boêmia, enquanto a Savassi mantém o título de tradicional ponto de encontro. Pubs, choperias, cafés e restaurantes garantem movimento também nos bairros de São Pedro, Santo Antônio e Lourdes.

O RankBrasil homologou a capital de Minas Gerais, a cidade de Belo Horizonte, pelo recorde de “Cidade com Maior Número de Bares e Restaurantes / Por Habitante” do Brasil, com aproximadamente 12 mil estabelecimentos do ramo sua noite oferece opções para os mais variados estilos, seja a badalação ou a gastronomia de qualidade.

A gastronomia local, o turismo, e os grandes festivais gastronômicos realizados em BH são exemplos do sucesso da comida mineira, e representa a capacidade que a cidade tem de atrair um grande número de turistas. Quem chega a BH logo percebe uma grande metrópole, a terceira maior do país com cinco milhões de habitantes, diversa opções de lazer, com muitas praças, festivais de danças, teatro, circo, e freqüentes exposições, que transformam a cidade em um grande espaço cultural.

Com uma média de um bar para cada 166 habitantes, BH sempre foi conhecida como a “Capital Mundial dos Bares”, mas agora o título foi oficializado pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), e instituído o Dia Municipal do Boteco, que será comemorado todos os anos no terceiro sábado do mês de maio.

Conheça um pouco de BH





Mercado Central de BH






Cidade de Belo Horizonte

Cultura-Volta da Pampulha

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A Prova Pedestre XI VOLTA INTERNACIONAL DA PAMPULHA é realizada no mes de dezembro em de Belo Horizonte. A prova acontece na orla da Lagoa da Pampulha, com um percurso total de 17.800m, em uma das regiões mais belas de Belo Horizonte. Poderá candidatar qualquer pessoa de ambos os sexos.





Largada Pelotão de Elite



Largada da Galera



INSCRIÇÕES E REGULAMENTO - CONSULTE

Turismo de Aventura-Rapel

Turismo de Aventura-Motocross


Galeria de Fotos


Turismo de Aventura-Asa Delta

A Asa-delta é um tipo de aeronave composta por tubos de alumínio, que proporcionam a sua rigidez estrutural, e uma vela feita de tecidos, que funciona como superfície que sofre forças aerodinâmicas, proporcionando a sustentação da aeronave no ar. A origem deste nome, Asa-Delta, deu-se pela semelhança da letra grega, que tem forma de triângulo, com o formato da asa desta aeronave.




O recorde mundial de distância em linha reta alcançado por uma asa-delta é de 700,6 Km no Texas, EUA pelo piloto austríaco Manfred RUHMER.
No Brasil, a maior distância percorrida por uma asa-delta foi de 452Km, pelo piloto gaúcho André Wolf, decolando da cidade de Quixadá no Ceará, quebrando o recorde anterior que era do brasiliense "Fernando DF" com 437Km, decolando da cidade de Patu no Rio Grande do Norte.
O Brasil foi campeão mundial de asa-delta por equipe em 1999 e continua sendo um dos países do mundo com maior nível técnico e de praticantes.


Em Minas os locais procurados são:



Lista de Rampas


Rampa do Condado
Alagoa
Pico do Gavião
Andradas
Rampa de Araxá
Araxá
Mirante Vó Cotinha
Brasópolis
Piri-Pau
Cambuquira
Caratinga
Caratinga
Serra das Tormentas
Carmo do Rio Claro
Carrancas
Carrancas
Congonhal
Congonhal
Rampa do Gaúcho
Divinésia (Ubá)
Pico do Ibituruna
Gov. Valadares
Rampa Guarda Mor
Guarda Mor
Serra de Ibitipoca
Ibitipoca
Casa Alpina
Itamonte
Rampa do Microondas
Juiz de Fora
Leopoldina
Leopoldina
Distrito de Pirapanema
Muriaé
Poços de Caldas
Poços de Calda
Pedra do Boachá
Raul Soares
Serra do Bodocó
Salto da Divisa
Santa Rita do Sapucaí
Santa Rita do Sapucaí
Serra da Moeda
Belo Horizonte
Serra de Santa Helena
Sete Lagoas
Rampa de Manhuaçu
Manhuaçu
Rampa do Caburé
Itinga
Córrego de Bom Jesus
Cambuí
Serra do Elefante
Mateus Leme
Rampa da Pedreira
Montes Claros
Pedra do Relógio
Descoberto
Fazenda Santa Helena
São Lourenço
Rampa do Biombo
Guidoval
Rampa do Sitio do Diogo
Santa Rita do Jacutinga
Serra do Lopo
Extrema
Pedra da Baleia
São Domingos do Prata
Rampa de Piranguçu
Piranguçu
Rampa de Almenara
Almenara
Rampa de Conselheiro Pena
Conselheiro Pena
Serra do Anastácio
Berizal
Morro das Torres-Rampa do Ralador
Salinas
Serra dos Doze
Itabira
Rampa da Pedra da Baleia
Carlos Chagas
Morro do Lago
Patos de Minas
Mirante do Floresta
Juiz de Fora
Serra do Chapadão
Pimenta
Rampa do Turvo
Capitólio
Rampa do Romeu
Córrego do Bom Jesus
Rampa do Neguinho
Córrego do Bom Jesus
Pico da Cartucha
Mariana
Rampa de Monlevade
João Monlevade
Serra do Segredo
Jacarandira
Rampa Aiuruoca
Aiuruoca
Rampa Jeceaba
Entre Rios de Minas
Rampa dos Bandeirantes
Bugre
Rampa de São José do Divino
São José do Divino
Pico do Lobo
Extrma
Rampa de Astolfo Dutra
Astofo Dutra
Serra das aguas
Lambari
Rampa Burarama
Capitão Enéas
Rampa de Mantena
Mantena
Senador Jose Bento
Senador José Bento



Galeria de Fotos